Uma dose de Vedder

Hoje, mais uma vez, mesmo sem talento algum, me meterei a falar de música. Na verdade, ando meio que muito viciada num carinha aí chamado de Eddie Vedder. Sim, o guitarrista e vocalista de uma das maiores bandas grunges, Pearl Jam.

Filho de pais separados, a infância de Eddie não foi lá muito tranquila. Morando com a mãe em seu período pueril, Eddie só veria seu pai biológico uma única vez na vida, quando este, apresentado como um amigo da família, apareceu certo dia em sua casa. Eddie só saberia que aquele amigo da família era seu pai anos depois, quando seu pai já tinha morrido. Músicas como “Alive” e “Release” retratam os sentimentos de Eddie em relação a essa situação.

A carreira musical de Eddie principiou na banda Bad Radio (nela, compôs Better Man). Participou do álbum homônimo de Temple of the Dog (banda em homenagem a Andrew Wood, vocalista de Mother Love, que morrera de overdose na época).

E chegamos ao início da década de 90, quando Eddie juntou-se a Mike McCready, Stone Gossard, Dave Krusen e a Jeff Ament, formando uma das bandas mais importantes do cenário grunge, Pearl Jam.

Mas não, guys, não farei um top 5 das músicas de Pearl Jam (quem sabe outro dia?), pois a intenção desse post é mostrar um pouco da carreira solo de Eddie Vedder.

Por que eu escolhi falar da carreira solo do Eddie? Ele é fantástico no Pearl Jam, mas é que há dias que estou extremamente viciada em algumas das músicas de sua carreira solo e, como não poderia ser diferente, desejo mostrá-las a vocês.

Aliás, um parênteses: Eddie Vedder, ao contrário de alguns artistas, sabe conciliar ambas as carreiras, solo e em grupo. Ou seja, trabalha em seus álbuns solos ao mesmo tempo que se dedica aos projetos de Pearl Jam.

Into the Wild. Lembrou de algo? Sim, filme estadunidense do gênero drama, lançado em 2007, mas também nome do primeiro álbum solo de Eddie Vedder. Não, não é coincidência. Eddie foi um dos (ou o maior) responsáveis pela trilha sonora deste filme. Inclusive este seu primeiro disco solo foi indicado a vários prêmios, como melhor canção e melhor banda sonora.

Escolhi três de Into the Wild:

Rise

Long Nights


Society

Bem, The Times They Are a-Changin' não faz propriamente parte da carreira solo de Vedder, mas é uma belíssima interpretação da canção de Bob Dylan.

E, para finalizar este post, Longing to Belong, primeira faixa de seu álbum de nome "Uke* Songs", lançado este ano (abrevição de ukelele*, instrumento musical havaiano, base principal do disco)

* * *

Espero que tenham apreciado bastante a postagem de hoje. Baseei esse post em pesquisas feitas na rede e espero, honestamente, que não tenha uma única informação errada nele.

Continuem participando do sorteio de "A Ira dos Anjos", livro de tirar o fôlego do escritor estadunidense Sidney Sheldon. Vocês não podem perder! Lembrando que vocês podem participar até o dia 22/12, o resultado sairá no próximo sábado, 24/12. Portanto, não percam mais tempo!

Um abraço da @ericona,

a desvairada.

Até próximo sábado!

3 comentários:

Ana Seerig disse...

Pare com essa de não sei falar de música. O que importa é gostar do que se fala...
Bom, como tu sabe, sou enjoada pra música, e a fama do Pearl Jam me impediu de criar vergonha e conhecer mais deles (ou eu acho que é isso). Ou seja, pouco conheço da banda, que dirá da carreira solo de Eddie Vedder. Gostei, hein? Músicas boas de se ouvir, tipo America.

Belo post!

Jeniffer Yara disse...

Eu conheço um pouco da banda, e algumas músicas que você citou, eu reconheci. Mas a carreira solo do Vedder não conheço, e amei seu post falando disso. Quando estiver com internet de volta, com certeza pesquisarei mais sobre ele ^^

Beijos

Christian V. Louis disse...

Nem ligo mais, já tenho a fama de chato, há uma informação errada neste post. O nome da banda que Eddie Vedder fez homenagem com o Temple of Dog chamava-se Mother Love Bone e foi uma das bandas pioneiras, senão a pioneira, da cena grunge de Seattle.
Recomendo, se ainda não viu, o filme Vida de Solteiro, retrata muito esta época e a trilha sonora e esta banda é citada.
Deixando a chatice de lado (o que por vezes, na visão de alguns parece ser impossível, ahah) estou de acordo com o que a Ana disse, o importante é falarmos do que nos interessa, aqui ninguém está para bancar o intelectual. A blogosfera é um local (ou deveria ser) descontraído, pra falarmos do que estivermos afim e como quisermos.
E realmente, o Eddie Vedder não faz o tipo star, ele concilia muito bem seus dois projetos.
Muito bom post Erica, excelente lista de vídeos.