Eles que não se amavam


“Para mudar o sentido,
para voltar a ser grande,
 simples e humano,
 para começar a querer bem
necessário era
 – mesmo para os que tanto sabem –
aprender a apascentar as ânsias,
a acariciar os ventos, a amar o bisonho,
a brindar a luz, a beijar os dias, a beliscar as tristezas.”
(SISTO, Celso. Eles que não se amavam. Rio de Janeiro: Edigraf, 2009, p. 27).

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Trecho do livro “Eles que não se amavam” do ator brasileiro Celso Sisto. O mesmo conta a historia de dois garotos que se odiavam. Odiavam por tudo quais fossem os motivos, desde a rua até os parentes que se aproximavam. Nele podemos perceber como o ódio pode muitas vezes perder o sentido, na medida em que ele nos cega ao ponto de não mais enxergarmos os reais motivos que levaram até ele. Porém, a paz não é algo que surge simplesmente de um bom acordo. Não, o caminho dela é mais sinuoso e complicado do que os da raiva eterna. É uma leitura simples, porém de grandes significados.

P.S: Dica interessante para se entender conflitos inexplicáveis.
Boa semana queridos!!!
  

1 comentários:

Fernanda - Trilhas Culturais disse...

Boa dica, não conhecia esse livro. :)