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30 Coisas Para Fazer Antes dos 30


Pessoas!!!
Mais um domingo e cá estou eu com mais uma dose de blábláblá. Como sempre!!!
Depois de uma semana maluca, com altos e baixos, me encontro em perfeito estado zen. Afinal, estresse dá rugas e envelhece. E por falar em envelhecer. Com toda a merda indo e vindo nessa semana, parei e comecei a analisar que estou com quase 23 anos. o.O
Como o tempo passa!!! Mais alguns anos e logo estarei com 30 anos. Ok!!! Isso assusta!!! Por esse motivo decidi fazer uma lista de 30 coisas que preciso fazer antes dos 30 anos e é lógico que pretendo mostrar para vocês tanto a lista quanto a realização de cada tópico dela.
Ok, ok... Chega de falatório e vamos a lista:

  1. Ir para Nova York
  2. Me apaixonar
  3. Morar sozinha
  4. Fazer uma tatuagem
  5. Emagrecer 15 kg
  6. Assistir um jogo da seleção brasileira no estádio
  7. Trocar um vício por um hábito
  8. Assistir um espetáculo na Broadway
  9. Tomar um porre
  10. Aprender a dizer o tão maldito “NÃO”
  11. Ter um diário
  12. Viajar com os amigos
  13. Sumir por um fim de semana
  14. Aprender dança de salão
  15. Publicar minha trilogia
  16. Aprender a surfar
  17. Viver os clichês da vida
  18. Entrar de penetra em uma festa
  19. Fazer algo que me assuste todos os dias
  20. Beijar um amigo
  21. Fazer uma viagem de carro sozinha
  22. Montar minha biblioteca
  23. Fazer aula de canto
  24. Visitar cada uma das gurias
  25. Comprar meu apartamento
  26. Escrever uma carta para mim
  27. Fazer meu mestrado
  28. Aprender outra língua
  29. Cumprir minhas metas de leituras
  30. Me casar

Ufa!!! Quanta coisa, né?! Ainda bem que tenho pouco mais de 7 anos para colocar tudo em prática. Agora é com vocês galera. Quem já pensou no que quer fazer antes dos 30 anos???

Desamarre-se!


fonte

Desamarre-se!
Vá!
Faça!
Que acontece!

Desamarre-se!
Não pense
no "Não"!

Desamarre-se!
Pense no
"Sim"!

Desamarre-se!
Visualize as flores,
as cores, os
bons sabores!

Desamarre-se!
Deixe que a alegria
domine os seus dias!

Desamarre-se!
Porque prender-se
aos achismos negativos,
ao pânico,
ao medo de
não ser não é 
melhor caminho para
se chegar lá

Lá, onde há doçura,
brisa fresca, amores,
arco-íris e sonhos ao
alcance das mãos

Desamarre-se!

Erica Ferro

○ ○ ○
Mais uma da série "pseudopoetizando".
Essa é a minha mensagem de hoje. Que a gente nunca se aprenda aos medos. Que a gente seja forte o suficiente pra lutar por tudo o que a gente quer, independente das dificuldades ou dos acidentes ao longo do percurso.
A dica é: sempre em frente, no matter what!
Boas notícias: passei na UFAL, no curso de Biblioteconomia. Pirem comigo clicando aqui.
Um abraço da @ericona.
Hasta la vista!

"Tenho em mim todos os sonhos do mundo..."



Como vocês sabem, semana passada eu participei da etapa norte/nordeste do Circuito Loterias CAIXA. Hoje eu esperava relatar acontecimentos alegres, notícias pra lá de boas, mas não é isso que ocorrerá nas próximas linhas. Não nadei bem as minhas melhores provas, os 100m livre e 50m livre, tanto que piorei em segundos nos 100m livre e em décimos os 50m livre. Melhorei um pouco a minha marca nos 100m costas, mas saí da prova muito triste, porque eu tinha a consciência de que, se o cansaço não tivesse me pegado do jeito que pegou, eu teria nadado muito melhor. Eu estava nadando melhor nos treinos, ou seja, pela lógica, era pra eu melhorar ainda mais na competição, não piorar. Melhorei a marca dos 100m peito, mas, também devido ao cansaço, não nadei tudo o que estava nadando no treino.
Não sei de onde veio todo aquele cansaço, eu realmente não entendo. Sei apenas que senti muito em todas as provas, o corpo estava pesado, as braçadas não saíam da maneira que deveriam sair, as pernas não batiam durante toda a prova. Depois da primeira prova, os 100m livre, onde eu tinha quase certeza que conseguiria bater o índice mínimo que me classificaria pras etapas nacionais, fico sabendo que aumentei dois segundos em relação ao meu tempo do ano anterior, me afastando ainda mais do índice. Chorei muito. Muito mesmo. Entrei na piscina de soltura chorando, mas tinha que me controlar pra nadar os 100m costas. Depois de chorar e chorar, consegui me acalmar pra nadar os 100m costas. Aquela esperança boa tomou conta do meu coração, aquela fé voltou a invadir o meu ser e eu acreditei piamente que o índice viria nos 100m costas. Mas não veio. Diminuí a minha marca em relação ao ano anterior, mas fiquei dois segundos acima do índice. Não foi o suficiente. E eu sei que eu poderia ter nadado bem abaixo, mas bem abaixo mesmo. Mas, uma vez mais, o cansaço se fez presente, me arrancando o índice. Tudo isso se deu no sábado pela manhã.
À tarde, eu teria os 50m livre, a minha melhor prova, na qual eu tinha a maior chance de índice. Não ter conseguido índice nas duas provas da manhã de sábado me abalaram, não vou negar, mas na hora dos 50m livre eu já estava calma, focada, com fé de conseguir índice na minha melhor prova. Mas também não veio. Aumentei alguns décimos em relação ao ano passado (e quase um segundo ao tempo que fiz no treino), foi então que me senti derrotada, chorei copiosamente, pensei em abandonar as piscinas, em desistir de tudo. Chorei no SESI/RN, chorei durante o percurso de volta para o hotel, chorei no quarto de hotel. Chorei. Acho que eu nunca chorei tanto num período tão curto. No domingo eu só tinha os 100m peito, a minha pior prova, mas que eu ainda tinha uma chancezinha de índice. Nadei bem melhor que no ano passado, mas mesmo assim nem nadei a metade do que eu estava nadando nos treinos. Depois da prova de peito, chorei de novo. E quanto mais eu lembrava das provas do sábado e a do domingo, mais eu chorava e menos entendia o porquê de eu ter me saído tão mal nelas. Eu tinha treinado tanto, todos os dias, alguns dias duas vezes por dia. Eu me dediquei tanto à natação nos últimos meses. E por quê isso? Eu simplesmente não conseguia entender. Pensei: "ah, eu não tenho o dom pra isso. São tantos anos tentando estar entre as melhores do país e eu sempre fracassando...".
E são nessas horas que os fracassos vêm todos de uma vez à mente. Lembrei do ENEM, do tanto que eu estudei, das muitas horas no cursinho, do tanto que eu tinha me dedicado. Até tinha parado de nadar e de malhar na época do cursinho, tudo pra entrar no curso de Biblioteconomia da UFAL. Pronto, foi aí que eu questionei a vida a razão de tantas quedas. Porque, caramba, a gente faz tudo certo, se dedica e o resultado que vem é negativo? Qual é a lógica disso?
Então foi aí que eu parei, enxuguei as lágrimas, analisei todo o meu comportamento como atleta e vi que não vivia como uma atleta de verdade. Ser atleta não é só ir aos treinos (e, no meu caso, atrasada). Para conquistar algo, é preciso se ter disciplina. Um atleta sem disciplina não consegue ir muito longe. Tudo bem, eu me dediquei nos últimos meses, mas foi na fase final do treinamento. E antes? Como eu me comportava? E as noites que passava em claro, na internet, me desgastando quando eu deveria estar recarregando as energias pra treinar no dia seguinte? E a dieta que preciso fazer pra perder uns quilinhos consideráveis? E a academia, tão essencial a um atleta, que eu preciso voltar a ir? São essas coisas que, quando somadas, fazem uma diferença enorme.
Confesso que ainda estou extremamente triste e, na verdade, tenho evitado pensar no regional. Porque pensar nele não vai resolver nada, não vou ter a chance de nadar as quatro provas novamente. Os erros técnicos, claro, precisam ser lembrados para que, numa próxima, não se repitam. Mas eu realmente estou evitado pensar no motivo de as coisas terem dado tão errado pra mim no último fim de semana. Eu esperava resultados bem diferentes, mas bem diferentes mesmo. Resultados expressivos, extremamente positivos. Eu esperava fazer as minhas melhores marcas. Porém, a vida gosta de pregar peças em mim, por mais que eu a comunique que tais peças não me agradam.
Algo que eu desconfio que a vida não sabe é que, da mesma forma que ela sabe ser irônica, eu sei ser ferro. Tenho os meus momentos de desespero e de descrença, mas eu sempre volto a acreditar em mim e em meus sonhos. Eu sou insistente. Não sei se a minha insistência é burra, mas eu sou do tipo de pessoa que nunca se dá por satisfeita. Posso passar anos e anos tentando alcançar uma meta, mas algo em mim grita para que eu não desista, para que eu continue firme, lutando bravamente, pois chegará o dia em que eu vou alcançar e vou olhar pra todo o percurso que fiz com o peito explodindo de orgulho e o corpo vibrando de alegria. E é assim que seguirei, com o coração cheio de fé, o corpo repleto de força, a mente cheia de sonhos. Eu sou assim.
Quero fazer um agradecimento especial aos meus pais e ao meu irmão, que sempre me apoiaram em todos os meus projetos, que se alegram com as minhas vitórias e choram junto comigo nas derrotas. Quero agradecer aos amigos, em especial ao Ismael Gomes e a Paula Frassinetti, que estavam ao meu lado, chorando comigo e me apoiando, repetindo que eu era ferro e que eu não poderia desistir da natação, muito menos de mim. Mas, principalmente, quero agradecer ao meu técnico Diego Calado, que sempre acreditou em mim, que repete incansavelmente que chegará o dia em que eu conseguirei estar entre as melhores do país, que alcançarei, sim, as minhas metas. É ele que me diz sempre: "Você pode, você consegue!". Foi ele que me disse algo que jamais esquecerei. No domingo, voltando pra Maceió, disse a ele que talvez eu não tivesse o dom de nadar. Ele disse que essas coisas não se tratam de dom, ou não apenas de dom. Tratam-se de querer. Querer e fazer, trabalhar arduamente para conseguir os objetivos. E ele tem razão.
Obrigada por tudo, Diego. Peço desculpas por não ter conseguido honrar os treinos que a gente teve. Como disse no domingo passado, você merece um atleta que vá lá na competição e honre os treinamentos que teve.
Mas olha, não sei bem o que houve de errado, mas estou totalmente disposta a corrigir, a melhorar, a honrar esse amor todo que sinto pela natação.
Uma coisa que tenho repetido pra mim mesma: Menos falação e mais ação, Erica. Agora tem que ser natação!
Diego, já disse, mas não me canso de repetir: você é o melhor. O que seria da equipe de natação da ADEFAL sem você? Nada. Mas nada mesmo!
Thank you, coach!


*

Um abraço da @ericona.
Hasta!

“Então caia dentro, e aproveite todo o seu tempo”*


Eu me dei conta de que não gosto de explicações. Melhor dizendo: de dar explicações. E não se engane a respeito do meu código de conduta, pois segundo ele tudo esta certo. É incrível a percepção que eu capturei neste ano, sobre as diversas formas que as pessoas me vêem, e de como isso pode me irritar e/ou me mantém “calma”. Mas entre irresponsável e companheira, eu prefiro esta: Romântica.

Eu quero tudo de uma única vez, mas me dei conta de que tenho medo de me deixar apaixonar... Pelo garoto certo. Entretanto este foi o ano em que eu mais disse a frase: “Eu te amo”, e sinceramente (graças aos céus) sinto que foi para as pessoas certas, e se não foi o problema e dor de cotovelo foram saldos, pois me mostraram que certas coisas não valem apena.

Não estudei tudo que deveria estudar. Estive metida com crises de estresse que nunca imaginei viver. Conheci pessoas que jurei nunca encontrar. Fiquei bêbada mais de três vezes nestes últimos seis meses. Decepcionei aqueles a quem “dizem” mais acreditar em mim. Mandei tudo e a todos, incluindo a mim, para o inferno, perdendo o controle sem nem perceber, e quase tomei a tola decisão de jogar tudo fora, a começar por minhas participações em blogs e redes sociais.

Mas a coisa chata deste ano foi perceber que eu estou envelhecendo. No sentido prático de “não achar mais graça” em certos momentos antes tão apreciados. Escrever e viajar foram algumas delas, e eu me senti vazia e sem graça, como quem prática suicídio e esquece-se de deixar algum bilhete.

E começo a compreender algo: A de que o ano novo não é qualquer coisa que só acontece em dezembro, mas a cada dia. Ou seja, a cada oportunidade em que você e eu nos damos para sonhar e realizar as coisas doidas que passam por nossa cabeça, além é claro de pôr em prática a capacidades de nos tornamos melhores naquilo que nos caracteriza como bons. Porque, eu enxergo isto como alguma coisa que vem do fundo e da necessidade de se deixar ser feliz.

Feliz ano novo para vocês e em especial as minhas amigas de blog! Até ano que vêm.

*TNT – Muito Cuidado. Do Baú da Ana Seerig.

Talvez, eu nunca me case.

“Vamos encarar a realidade: talvez, eu nunca me case.” Foi essa a minha afirmativa dias atrás postada no twitter e retweetada por outra amiga blogueira. Alguns podem até falar que logo surge alguém para mudar essa minha opinião ou que sou nova demais para ficar sofrendo com isso. Mas por que isso seria motivo de sofrimento e lamentação? No meu caso, digo: tenho lá meu lado romântico e menininha e, confesso, já passei algumas horas pensando em como seria meu vestido, se seria uma cerimônia de dia ou à noite e toda essa embromação mulherzinha. Às vezes, até fico meio triste por constatar que nem namorado eu não tenho. E, sim, seria motivo suficiente para eu me lamentar um bocado por tempo indeterminado da vida. Porém, convenhamos – acho que nos tornamos reféns do que a sociedade dita como certo ou errado e o casamento há pouquíssimos anos deixou de ser obrigatório para a plena realização pessoal. Se eu tenho medo de morrer sozinha? Ah, tenho sim. E já adianto nada que livros, música, dança, filmes, viagens, chocolate, bebidas, festas ou a calmaria de um casa repleta de amigos e bichos de estimação possam suprir. Aquelas paixões avassaladoras de tempos em tempos surgem e compreendendo que a vida é cheia de oportunidades, devemos aproveitá-las correndo o risco de que não leve a lugar nenhum, deixando apenas boas lembranças. Não digo que “não quero casar, cruzes”, não. Pelo contrário, estou aqui cogitando: e se ninguém suportar minhas manias, meus defeitos, meus momentos de extrema efusão ou de carência; e não queira fazer amor-e-sexo nem ter filhos comigo... Porque querer, eu até quero, mas não depende somente de mim. Sou adepta também do famoso “juntado”, onde o sacramento matrimônio é ignorado somente de figuração, porque eles vivem de fato um casamento. Porque sou exemplo de filha com pais que moram assim há 20 anos. E se for para ser assim, até eu aceito. Que mal há? Pode parecer atitude precipitada, mas também já planejo produção independente caso nem isso ocorra. Adoção para ser mais precisa. Assunto que trato numa outra ocasião. Mesmo existindo a facilidade do divórcio ainda defendo o casamento e a instituição família, sabendo de todas as mudanças que implicam e que nem tudo são flores. Mas são duas pessoas entregues, lutando e apoiando um ao outro e em busca de maturidade juntos.

Sonhar: alçar voos inimagináveis


O que é ser um sonhador? É esboçar metas e trabalhar para que sejam alcançadas? Também. Porém, é muito mais que isso. Um verdadeiro sonhador não se conforma com a sua vida monótona, o seu cotidiano caótico e com as injustiças sociais. Persistentemente, ele luta contra as iniquidades.
Houve grandes sonhadores na história da humanidade, que usaram os obstáculos encontrados em suas trajetórias como estímulo para concretizarem os seus sonhos. Martin Luther King, pastor, negro, norte-americano, ativista social, notável por suas lutas em favor dos direitos civis dos negros. King jamais desistiu de fazer com que o seu sonho se tornasse real: garantir às futuras gerações negras que fossem julgadas pelo caráter, e não por sua cor. E em 2008, foi eleito Barack Obama, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos.
Helen Keller, com apenas um ano de idade, em decorrência da escarlatina, perdeu integralmente a visão e audição. Aos sete anos de idade, Helen se encontraria com Anne Sullivan, ex-cega e formada pela Escola de Cegos Perkins, aquela que se tornaria a sua professora e maior incentivadora. Com Anne, Helen conheceria o mundo das palavras de modo singular: enquanto tocava em objeto com os dedos de uma mão, aprendia a soletrar com os dedos da outra. Só aprenderia a falar aos dez anos. Aos vinte e quatro anos, Helen se formou num curso universitário, sendo a primeira cega e surda a conseguir extraordinário feito. Tornou-se conferencista, escritora e ativista social, guerreando sempre pelos direitos femininos, dos menos favorecidos e das pessoas com deficiência.

Grandes transformações são feitas por pessoas obstinadas, que não se entregam diante das dificuldades e não se acomodam frente ao que consideram iníquo. Autênticos sonhadores transmutam a sua própria história e, por conseguinte, mudam história mundial.
* * *
Espero que tenham gostado da inspiradora postagem de hoje.
Um abraço carinhoso da Erica, a desvairada